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28 novembro 2010


Priscila


Quanto tempo acordada, fazendo isso?

Sentimentos tão belos e comprometidos?
Essa coisa insana, incalculada,
Tão gritante e tão calada?

Que te arranca do peito,
o sentimento mais puro,
um `querer bem´ inocente,
de um corpo maduro?

Amor que nada espera,
nem mesmo esperado.
Que adentrou em teu peito,
sem ser convidado?

Teimoso insiste, diz :" aqui vou ficar!"
E tu mesmo sabe, "esse é teu lugar..."
Essa coisa de louco, que ninguém entende!
Que explicações não exige,
Apenas se sente.

Onde está agora,
aquela pedra de gelo?
Teus disfarces, tuas máscaras?
Acabaram-se os medos?

O amor deve igualar-se á física,
`Dois corpos não ocupam o mesmo lugar´
E, se o amor atacou,
O medo há de escapar!


Dyana Moreira

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